A história por trás de Ship It With AI
Ninguém te paga por código. Pagam-te por coisas acabadas que funcionam. Saber a diferença é a parte que ninguém ensina.
Não sou cientista de computação. Comecei a fazer sites para clientes pelo caminho lento — templates, noites em claro, tutoriais no YouTube — e a faturar por isso na mesma. O trabalho era real antes de as competências estarem completas, e passei os anos seguintes a fechar essa distância pela pior ordem possível: em produção, à frente de gente que já tinha pago.
Quando a IA ficou boa o suficiente para escrever código de produção, a maioria usou-a para brincar. Eu usei-a para comprimir a entrega: briefing, construção, revisão, deploy. Projetos que levavam semanas passaram a levar dias. O que não mudou foi quem tinha de reparar quando o resultado estava errado. Isso continuou a ser o meu trabalho — e é exatamente a parte que as ferramentas não te dão.
Hoje o estúdio faz sites para clientes, produtos com backend e as suas próprias ferramentas internas, com IA no meio em quase tudo. O curso existe porque a pergunta que mais me fazem não é «que modelo usas?». É alguma versão de «como é que sei se o que ele me deu presta?»
Isso é uma questão de competência, não de ferramenta. Por isso escrevi como é que se adquire a competência.